Portes Grátis em Compras Superiores a 55€ para Portugal Continental (Exceto Artigos Selecionados) 🇵🇹

Suplementos com 50% de Desconto

Envío gratuito a España peninsular para pedidos superiores a 60€ (Excepto artículos seleccionados)

Desparasitante Interno para Gatos: Guia Completo para Escolher o Melhor

Porque é que a desparasitação interna do gato é tão importante?

A desparasitação interna é uma das medidas preventivas mais essenciais na saúde do gato doméstico. Ao contrário do que muitos tutores pensam, os gatos que vivem exclusivamente em apartamento também estão expostos a parasitas internos — através de alimentos contaminados, insetos, outros animais ou até calçado humano que entre em casa.

Os parasitas gastrointestinais mais comuns em gatos incluem nemátodes (como Toxocara cati e Ancylostoma), céstodes (como a Taenia e o Dipylidium caninum) e, em menor frequência, protozoários como a Giardia. A infeção pode causar diarreia, vómitos, perda de peso, barriga distendida e, em casos graves — sobretudo em gatinhos —, anemia e morte.

Além do risco para o animal, alguns destes parasitas são zoonoses, ou seja, podem ser transmitidos ao ser humano, em particular a crianças. Por isso, a desparasitação regular do seu gato é também uma questão de saúde pública.

Tipos de parasitas internos em gatos

Nemátodes (vermes redondos)

São os parasitas mais frequentes. O Toxocara cati é especialmente perigoso para gatinhos, podendo ser transmitido através do leite materno. Os sinais clínicos incluem barriga em forma de "barril", diarreia e atraso no crescimento.

Céstodes (vermes chatos ou ténias)

Frequentemente associados à ingestão de pulgões ou de presas infetadas (ratos, pássaros). O Dipylidium caninum é o mais comum e costuma ser visível sob a forma de pequenos segmentos brancos (semelhantes a grãos de arroz) nas fezes ou junto ao ânus do animal.

Protozoários

A Giardia e a Tritrichomonas foetus são exemplos de protozoários que afetam o trato digestivo dos gatos, provocando diarreia crónica e mole. O seu diagnóstico exige análise laboratorial às fezes.

Formas farmacêuticas dos desparasitantes internos para gatos

O mercado oferece várias apresentações, cada uma com vantagens distintas. A escolha deve ter em conta o temperamento do animal, a sua idade, o peso e o tipo de parasita a tratar ou prevenir.

  • Comprimidos: Fáceis de dosear com precisão. Podem ser administrados diretamente na boca ou escondidos numa guloseima.
  • Pasta oral: Bem tolerada por muitos gatos e com administração simples através de seringa graduada.
  • Spot-on (pipeta de aplicação tópica com ação interna): Aplicados na nuca, alguns produtos combinam desparasitação interna e externa numa só dose, sendo práticos para animais difíceis de medicar oralmente.
  • Suspensão oral: Indicada sobretudo para gatinhos, pois permite um doseamento preciso em animais de menor peso.

Princípios ativos mais utilizados

Os desparasitantes internos para gatos podem conter diferentes substâncias ativas, frequentemente em associação para garantir um espetro de ação mais amplo:

  • Praziquantel: Eficaz contra céstodes.
  • Pirantel: Atua sobre nemátodes gastrointestinais.
  • Emodepside: Indicado para várias espécies de nemátodes, incluindo alguns resistentes.
  • Selamectina / Moxidectina: Moléculas de amplo espetro, disponíveis em formulações spot-on com ação simultânea sobre parasitas externos.
  • Fenbendazol: Útil em protozoários como a Giardia, para além de nemátodes.

Os medicamentos veterinários comercializados em Portugal são autorizados e supervisionados pelo DGAV e devem respeitar as indicações do folheto informativo. Para medicamentos de uso humano com dupla aplicação, a entidade reguladora é o INFARMED — Medicamentos Veterinários.

Com que frequência devo desparasitar o meu gato?

A frequência ideal depende do estilo de vida do animal e da sua exposição ao risco:

  • Gatinhos: A partir das 3 semanas de idade, repetindo a cada 2 semanas até às 12 semanas, e depois mensalmente até aos 6 meses.
  • Gatos adultos com acesso ao exterior ou que caçam: Recomenda-se desparasitação a cada 1 a 3 meses.
  • Gatos adultos exclusivamente de interior: Pelo menos 2 a 4 vezes por ano, dependendo da avaliação do médico veterinário.

Estas são orientações gerais. O médico veterinário é o profissional indicado para definir o protocolo mais adequado ao seu animal, tendo em conta a sua história clínica e a região onde vive.

Como escolher o desparasitante certo?

Antes de adquirir qualquer produto, tenha em atenção os seguintes fatores:

  • Peso e idade do gato: A dose é calculada em função do peso corporal. Um doseamento incorreto pode ser ineficaz ou causar efeitos adversos.
  • Tipo de parasita: Se suspeitar de um tipo específico de infestação, o veterinário pode solicitar análises às fezes para confirmar e orientar o tratamento.
  • Gatos gestantes ou a amamentar: Alguns princípios ativos estão contraindicados. Consulte sempre o veterinário nestes casos.
  • Combinação com desparasitante externo: Se o seu gato também necessitar de proteção contra pulgas e carraças, existem produtos que combinam ambas as ações.

Se tem dificuldade em medicar o seu gato ou não sabe qual o produto mais indicado, o farmacêutico pode ajudá-lo a fazer uma escolha informada antes de recorrer à consulta veterinária.

Cuidados de higiene complementares

A desparasitação é mais eficaz quando acompanhada de boas práticas de higiene:

  • Limpar a caixa de areia diariamente e desinfetar regularmente.
  • Lavar as mãos após manusear o animal ou limpar os seus espaços.
  • Não dar ao gato carne crua sem garantias de segurança sanitária.
  • Controlar a presença de pulgões, pois são vetores de céstodes — um bom controlo de parasitas externos é um complemento essencial. Pode encontrar produtos eficazes no combate a parasitas externos, como os da gama Paranix disponíveis na A Tua Farmácia, pensados para o controlo de parasitas.

Recorde-se de que manter um programa de desparasitação regular protege não só o seu gato, mas toda a família. Para questões de saúde relacionadas com zoonoses, pode consultar as recomendações da Direção-Geral da Saúde sobre doenças transmissíveis.

Se o seu animal apresentar sinais de infestação como emagrecimento súbito, vómitos frequentes ou alterações no pelo, não hesite em procurar o médico veterinário. Para apoio complementar em saúde humana relacionada com zoonoses, pode ainda contactar a linha SNS 24.

Perguntas frequentes

A partir de que idade se pode desparasitar um gatinho internamente?

A desparasitação interna pode começar a partir das 3 semanas de idade. O protocolo habitual para gatinhos prevê repetições a cada 2 semanas até às 12 semanas, e depois mensalmente até aos 6 meses. Consulte o médico veterinário para definir o plano mais adequado.

Os gatos de interior também precisam de desparasitante interno?

Sim. Mesmo os gatos que vivem exclusivamente em casa podem ser expostos a parasitas através de insetos, alimentos contaminados ou objetos trazidos do exterior. Recomenda-se a desparasitação pelo menos 2 a 4 vezes por ano, mesmo em animais de interior.

O desparasitante interno também protege contra pulgas e carraças?

Não necessariamente. Os desparasitantes internos atuam sobre parasitas gastrointestinais. No entanto, existem produtos combinados — geralmente em formato spot-on — que tratam simultaneamente parasitas internos e externos. Verifique sempre a bula do produto ou peça orientação ao veterinário ou farmacêutico.

Posso usar um desparasitante de cão no meu gato?

Não. Alguns princípios ativos seguros para cães são tóxicos para gatos — a permetrina é o exemplo mais conhecido e pode ser fatal para felinos. Utilize sempre produtos formulados especificamente para gatos e

Pagina anterior
Siguiente post
Volver a Noticias